Brasil, 08/10/2021: 600.425 Mortes por Covid-19

 




Inomináveis Saudações a todos vós, Seres Do Mundo. 


Difícil dar esta notícia, a do atingimento de uma marca produto de uma política nacional de estupidez e ignorância. Uma estupidez encarnada por um Pseudogoverno que se afirma ineficiente. Uma ignorância estampada na figura e nas falas de um Pseudopresidente da República, Jair Messias Bolsonaro, o qual se confirma como o pior dos Primeiros Dirigentes que este país já teve. 


Há dois minutos, exatamente, ouvi pelo rádio a notícia da estatística que ninguém, em sã consciência e no regime regular de suas faculdades mentais, gostaria de ouvir. E hoje, pela manhã, o indivíduo que ocupa a Cadeira Presidencial culpou as medidas protetivas contra a Covid-19 como as culpadas pelas consequências diretas da mesma na Economia. Um homem que vive em uma outra realidade, outro planeta, outro contexto histórico é o que foi eleito em 2018. Porém, a realidade é a destes dias de Pandemia ainda matando com contundente expressão. O planeta é este mesmo, esfera em um ponto de parada para respirar melhor dentro de toda uma Crise Sanitária implacável. O contexto histórico é o da desgraça inerente dentro do título desta postagem. 


Obviamente, eu não gostaria de continuar postando textos com este aqui no blog. Meu desejo, meu sonhar é postar textos assim intitulados:


"A Covid-19 mostra completos sinais de desaparecimento"


"Os índices de contaminações e mortes por Covid-19 caem para quase zero mortes por dia"


"A Covid-19 está controlada"


"A Pandemia de Coronavírus está extinta"


Me alegraria demais escrever textos com títulos como os acima descritos ou parecidos. Não é uma utopia desejar ou sonhar com textos assim, que merecemos ler. Entretanto, se pessoas infelizes de idéias e comportamentos infelizes que diminuem ainda o latente perigo do Coronavírus continuarem em postos de Poder o sistema atual de coisas neste país, em questões sanitárias, não mudará tão cedo. Não dá para relaxar tão cedo e preferir adotar a diminuição de medidas restritivas que combatam a proliferação da doença. 


Quem defende diluir tais medidas está tão lunático quanto o Pseudopresidente da República deste país desgovernado. Pseudogovernadores e Pseudoprefeitos representam por todo este país um perigo direto tão grande quanto a própria condução amadora da luta contra a Covid-19. O Pseudoprefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, está preocupado com o Carnaval 2022 (na verdade, com os lucros deste para a Cidade) e já deu uma infeliz declaração recente sobre o evento que ele defende. O Pseudoprefeito de Duque de Caxias (Cidade do Estado do Rio de Janeiro), Washington Reis, foi ainda mais longe baixando há dois dias um Decreto abolindo o uso de máscaras na mesma, algo hoje derrubado por uma Juíza dela. Dois exemplos de condutas tolas, displicentes e favoráveis ao continuar de todo o processo que leve a 700.000 mortos. 


Que eu não venha a postar aqui uma postagem a declarar o alcance do número de 700.000 mortes por Covid-19 daqui a quatro, cinco ou seis meses. Que qualquer um dos prognósticos referidos nos títulos de futuras postagens deste blog se cumpra. Sou realista, por outro lado, e observo a pressa de muitos em já quererem declarar o fim da Pandemia. Sejam realistas, leitoras e leitores virtuais, o perigo ainda existe entre nós, não dêem ouvidos a Pseudogovernantes imprudentes e lamentáveis por terem o status de "Autoridade". Prevenir o avanço e o retorno de 3.000 mortes por dia é sinal de verdadeira inteligência. E de verdadeiro respeito para com as vidas alheias. 


Saudações Inomináveis a todos vós, Seres Do Mundo! 





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