24º Festival Mix Brasil De Cultura Da Diversidade - Mostra Competitiva - Panorama Internacional


A Sudoeste de Salem: a História da Quatro de San Antonio (Southwest of Salem: The Story of the San Antonio Four, dir. Deborah Esquenazi, doc, 91’, EUA, CLASSIF: 12 anos)/ 2016 - Depois de terem sido injustamente condenadas por estuprarem em bando duas meninas durante o Satanic Panic, uma caça às bruxas dos anos 80 e 90, quatro lésbicas latinas lutam contra a mitologia, a homofobia e o fervor do Ministério Público em sua luta pela exoneração neste fascinante conto estilo 'True Crime'.
Absolutely Fabulous: O Filme (Absolutely Fabulous: The Movie, dir. Mandie Fletcher, fic, 91’, Reino Unido/EUA, CLASSIF: 12 anos)/ 2016

Edina e Patsy transbordam brilho e glamour e aproveitam a vida da forma que melhor sabem: cheias de compras, de álcool e das boates mais badaladas de Londres. Quando elas acidentalmente empurram a modelo Kate Moss no rio Tâmisa durante uma festa ultrafashion, são bombardeadas pela mídia e implacavelmente perseguidas por paparazzi. Sem um tostão, elas se escondem em um resort de milionários na Riviera Francesa, onde bolam um plano infalível que permitirá que elas vivam para sempre na alta sociedade. Versão para o cinema de uma das comédias de maior sucesso da TV inglesa.

As Mulheres Que Ele Despiu (Women He’s Undressed, dir. Gillian Armstrong, doc, 99’, Austrália, CLASSIF: 12 anos)/ 2015 - Orry-Kelly, o menino da pequena aldeia de pesca de Kiama, saiu das margens protegidas da Austrália para arriscar a sorte no mundo do vale tudo de Nova York, mas ele logo seria seduzido pelas luzes brilhantes e os grandes sonhos de Hollywood, onde seu humor sem limites e talento o levariam a desenhar vestidos que iluminariam a era de ouro do cinema. Sua jornada finalmente é contada por Gillian Armstrong, em “Women He’s Undressed”, um olhar íntimo e pessoal na vida de um dos figurinistas mais talentosos da tela de cinema. Orry era tão grande por trás das telas, quanto as estrelas que ele, adoravelmente, vestia. Mas quem era Orry-Kelly? Talentoso, ousado, impetuoso, corajoso, a celebridade de Hollywood e ainda a pedra no sapato de muitos, um chefe de estúdio e o primeiro australiano a ganhar três Oscar - como pode ser tão desconhecido em sua terra natal? Agora Gillian está nos levando aos bastidores de Hollywood, com uma pequena ajuda de alguns amigos de longa data de Orry e colegas, para revelar um dos segredos mais bem guardados da cidade glamorosa e trazer a história do menino de Kiama - amigo e confidente dos grandes nomes da tela na idade de ouro de Hollywood e um figurinista cujos trajes criaram alguns dos momentos mais mágicos da história do cinema.

As Vidas de Thérèse (Les Vies de Thérèse, dir. Sébastien Lifshitz, doc, 55’, França, CLASSIF: 12 anos)/ 2016 - Thérèse Clerc é uma das grandes figuras do militantismo. Da luta pela legalização do aborto e pela igualdade de gêneros à batalha pelos direitos dos homossexuais, ela esteve na linha de frente de tudo isso. Thérèse acaba de saber que tem uma doença incurável e decidiu lançar um último olhar para trás sobre sua vida, um olhar lúcido e terno sobre as batalhas e o amor que se foi com elas.

Barash (dir. Michal Vinik, fic, 81’, Israel, CLASSIF: 12 anos)/ 2015 - Naama Barash, 17 anos de idade, gosta de álcool, drogas e de sair com os amigos que pensam como ela. Suas atividades são a fuga de um lar marcado pelas brigas dos pais e por uma irmã rebelde, alistada no exército, que, um dia, desaparece. Quando uma nova garota aparece na escola, Barash apaixona-se profundamente pela primeira vez, e a intensidade desta experiência logo a confunde e dá à sua vida um novo significado.

É Apenas o Fim do Mundo (Juste la Fin du Monde, dir. Xavier Dolan, fic, 97’, Canadá/França, CLASSIF: 12 anos)/ 2016 - Após 12 anos distante, um escritor retorna a sua cidade natal para contar à família sobre sua morte iminente. Mas o ressentimento logo altera seus planos para aquela tarde, dando lugar a rixas que alimentaram e ainda alimentam solidão e dúvidas, enquanto todas as suas tentativas de empatia são sabotadas pela incapacidade das pessoas em ouvir e amar.

Esteros (dir. Papu Curotto, fic, 83’, Argentina/Brasil, CLASSIF: 14 anos)/ 2016 - Matias e Jerónimo cresceram juntos em Paso de Los Libres (Argentina), região folclórica, ecológica e com um carnaval muito parecido com o do Brasil. Na adolescência surge uma atração sexual entre os dois, vivida com curiosidade entre ambos. Os dois se separam por um tempo, e cada um lida com esse passado de forma diferente. Após anos de separação, eles se reencontram na cidade argentina, e o sentimento renascerá e se confrontará com todos os tipos de conflitos morais.

Estranha (Rara, dir. Pepa San Martin, fic, 88’, Chile/Argentina, CLASSIF: 14 anos)/ 2016 - Desde que seus pais se separaram, Sara e sua irmã mais nova vivem com a mãe cuja nova companheira é uma mulher. O dia a dia das quatro segue como o de outra família qualquer, e Sara está realmente confortável com sua nova configuração familiar. Mas nem todos parecem enxergar desta forma e o próprio pai de Sara tem suas dúvidas sobre a vida que a filha vem levando. Em meio aos festejos de seus 13 anos, ela terá que encarar sua primeira paixão e conviver com as inúmeras mudanças em seu corpo, enquanto administra os conflitos sobre lealdade entre seus pais.

Growing Up Coy (dir. Eric Juhola, doc, 82’, EUA, CLASSIF: Livre)/ 2016 -  documentário de longa-metragem, gira em torno de uma jovem família americana que se envolve em uma batalha legal amplamente divulgada em um caso que se tornou referência em processos por direitos civis, quando lutam para que sua filha Coy Mathis, transgênera de seis anos de idade, tenha o direito de usar o banheiro das meninas em sua escola primária, no Colorado. O caso histórico da família Mathis, de 2013, foi o primeiro nos Estados Unidos que obteve decisão favorável para que uma jovem transexual utilize os banheiros que correspondam com a sua identidade de gênero. O filme traz uma pergunta universal que qualquer pai poderia enfrentar: "Até onde você lutaria para que sua criança tenha direitos iguais aos demais?"

Helmut Berger, Ator (Helmut Berger, Actor, dir. Andreas Horvath, doc, 90’, Áustria, CLASSIF: 18 anos)/ 2015 - Um retrato íntimo do lendário ator Helmut Berger, muso do cineasta Luchino Visconti. Nos anos 1970, no auge de sua beleza e estrelato, Berger eternizou o estilo jet set da época. Nos últimos anos, tem levado uma vida bem mais modesta e longe dos holofotes em um apartamento de dois cômodos na periferia de Salzburgo, Áustria, sua cidade natal. Este inusitado documentário acompanha a vida de Berger, expondo suas constantes mudanças de humor e momentos de agressividade, tão engraçados quanto encantadores. Segundo o cineasta John Waters, este é “o melhor e o pior filme do ano”.

Hunky Dory (dir. Michael Curtis Johnson, fic, 88’, EUA, CLASSIF: 16 anos)/ 2016 - Sidney sempre quis ser uma estrela do rock, mas acabou trabalhando por gorjetas como drag queen numa espelunca, e só consegue pagar o aluguel trapaceando seus familiares e amigos. Sua vida dá uma guinada dramática quando sua ex desaparece depois de inesperadamente deixar seu filho George, de 11 anos de idade, em seu apartamento. Sidney sempre foi muito próximo do filho, mas nunca teve que assumir por completo sua responsabilidade paterna. Por toda a vida escondera do garoto seus demônios pessoais, mas as tensões da monoparentalidade vêm cobrar pedágio, e seu mundo começa a desmoronar. George passa a suspeitar da ausência da mãe, e Sidney mente para ele. Quando descobre que a mãe do menino não mais retornará, Sidney entra em crise. Ele se afunda em drogas e álcool, ataca as únicas pessoas que o amam, e George foge para procurar sua mãe. Será que Sidney poderá cuidar de seu filho quando não parece ser capaz de salvar a si mesmo?

Jonathan (dir. Piotr Lewandowiski, fic, 99’, Alemanha, CLASSIF: 14 anos)/ 2016 - As responsabilidades de Jonathan desmentem sua idade, pois, aos 23, seus dias começam e terminam cuidando de seu pai doente, Burghardt, e administrando a fazenda da família com sua tia, Martha. Com o passar do tempo, o estado de Burghardt se deteriora e Martha contrata Anka, uma enfermeira que ajuda a cuidar dele, e por quem Jonathan se apaixona. Enquanto o relacionamento deles se desenvolve, a distância emocional de Burghardt em relação à família revela um segredo devastador que virá à tona com a chegada de um velho amigo de Burghardt, Ron. Será que, ao saber da verdade, Jonathan poderá perdoar o pai?

Kiki (dir. Sara Jordeno, doc, 94’, Suécia/EUA, CLASSIF: 12 anos)/ 2016 - Na comunidade LGBTQ negra de Nova York, são muito populares os bailes kiki, onde ocorrem acirradas competições de voguing, uma dança moderna com movimentos corporais definidos por linhas e poses. Este documentário mergulha no fascinante universo da cena queer nova-iorquina, a partir de cenas da competição de dança e de entrevistas com enérgicos jovens, que utilizam termos como "heteronormatividade" e "desconstrução de gênero" de forma arrebatadora. Vinte e cinco anos depois do clássico Paris Is Burning, Kiki joga luz nas gritantes mudanças que tomaram este cenário.

Looking: O Filme (Looking: The Movie, dir. Andrew Haigh, fic, 85’, EUA, CLASSIF: 16 anos)/ 2016 - "Looking: O Filme" encerra a história de três amigos que moram em São Francisco e exploram as opções disponíveis para uma nova geração de homens homossexuais que procuram a realização no amor e na vida. No filme, Patrick retorna para a cidade pela primeira vez em quase um ano para celebrar um acontecimento importante com seus velhos amigos. No processo, ele deve enfrentar as relações não resolvidas que deixou para trás e fazer escolhas difíceis sobre o que é importante para ele.

Na Vertical (Rester Vertical, dir. Alain Guiraudie, fic, 100’, França, CLASSIF: 16 anos)/ 2016 - No sul da França, durante um passeio de observação de lobos, o cineasta Leo é seduzido por Marie, uma pastora de espírito livre e dinâmico. Nove meses mais tarde, ela da à luz um menino. Sofrendo de depressão pós-parto e sem acreditar mais em Leo - que aparece e desaparece sem aviso prévio – Marie o abandona com o filho. Leo agora está sozinho com um bebê para cuidar. Através de uma série de encontros inesperados, ele luta para encontrar inspiração para seu próximo filme.

O Monstro no Armário (Closet Monster, dir. Stephen Dunn, fic, 90’, Canadá, CLASSIF: 12 anos)/ 2015 - A infância de Oscar foi profundamente marcada por dois episódios distintos: a separação de seus pais e o testemunho de um traumático crime de ódio que o levou a reprimir a sua então emergente sexualidade. Hoje, o adolescente solitário é atormentado por fantasias sangrentas e tem como único conforto observar a particular sabedoria de Buffy, seu hamster de estimação. Quando a linha entre a fantasia e a realidade começa a se diluir, a amizade com um belo - e tatuado - colega de trabalho enche Oscar de confiança para recuperar sua identidade.

O Ornitólogo (dir. João Pedro Rodrigues, fic, 117’, Portugal/Brasil, CLASSIF: 16 anos)/ 2016- Fernando, um ornitólogo solitário, está à procura de cegonhas negras ao longo de um remoto rio nos confins de Portugal quando é arrastado pelas corredeiras. Resgatado por um casal de peregrinas chinesas a caminho de Santiago de Compostela, ele mergulha em uma floresta escura, misteriosa, tentando voltar às origens (e às cegonhas). Mas diante de obstáculos inesperados e estranhos e pessoas que o colocam à prova, o protagonista logo é levado por ações extremas, transformadoras. Aos poucos, ele se torna um homem diferente: inspirado, multifacetado e finalmente esclarecido.

Out Run (dir. Leo Chiang, Johnny Symons, doc, 75’, EUA/Filipinas, CLASSIF: 12 anos)/ 2016 - Como líder do único partido político LGBT do mundo, Bemz Benedito sonha em ser a primeira mulher transgênera no Congresso filipino. Mas, numa nação predominantemente católica, mobilizar-se por representação LGBT não é uma tarefa fácil. Bemz e seu eclético time de guerreiros políticos gays têm que repensar as tradicionais estratégias de campanha para acumular apoio dos lugares mais improváveis. Levando sua campanha por igualdade a salões de cabeleireiros de pequenas cidades e a concursos de beleza regionais, os ativistas mobilizam cabeleireiras trans da classe trabalhadora e rainhas de concursos de beleza para juntarem-se a eles na luta contra seu principal oponente político, um pastor evangélico homofóbico, e provar ao eleitorado filipino que é hora de levar os direitos da população LGBT a sério. Mas como outsiders tentando entrar no sistema, será que eles terão que comprometer seus ideais políticos para vencer? Culminando com o dia da eleição, o filme traz uma visão única dos desafios que os LGBTs enfrentam ao fazer a transição para o mainstream e lutar por dignidade, legitimidade e aceitação por todo o globo.

Quando Se Tem 17 Anos (Quand On A 17 Ans, dir. André Téchiné, fic, 116’, França, CLASSIF: 12 anos) /2016 - Damien e Thomas estudam na mesma escola e tinham tudo para serem amigos. No entanto, não suportam um ao outro e vivem se xingando – quando não brigam de fato. A mãe de Damien é médica e seu pai, piloto militar. Thomas é filho de uma família de camponeses que vive em uma região remota. Depois de sofrer uma série de abortos, a mãe de Thomas está grávida novamente. A fim de facilitar a difícil gravidez, a mãe de Damien convida Thomas a morar em sua casa até que o bebê nasça. Agora, Damien e Thomas vão ter que morar debaixo do mesmo teto.

Quem Vai Me Amar Agora? (Who’s Gonna Love Me Now?, dir. Barak Heymann, Tomer Heymann, doc, 85’, Israel/Reino Unido, CLASSIF: 14 anos)/ 2016 - Foi há 18 anos que Saar, um jovem judeu criado numa família religiosa, teve que deixar sua comunidade israelita por conta de sua orientação homossexual. Mudou-se para Londres, onde pôde finalmente viver a vida que queria. Quando descobriu-se que ele era HIV positivo, sua família teve que enfrentar mais um desafio. Mas o protagonista não deixou de lutar por aceitação e manutenção de vínculos com sua família. Quando confrontado por sua mãe, pai e irmãos, ele tenta identificar e revisar o problema que os divide, a fim de se tornar parte da comunidade novamente, sem deixar de ser ele mesmo.

Real Boy (dir. Shaleece Haas, doc, 80’, EUA, CLASSIF: Livre)/ 2016 - "Real Boy" é a história de crescimento de Bennett Wallace, um adolescente transgênero que está numa jornada para encontrar sua voz como músico, amigo, filho e homem. Enquanto atravessa os altos e baixos da jovem vida adulta, ele se esforça para ganhar o amor e o apoio de sua mãe, que tem dúvidas profundas sobre a transição de seu filho. Ao longo do caminho, Bennett desenvolve uma forte amizade com seu ídolo, Joe Stevens, um celebrado músico transgênero que tem seus próprios demônios para lutar.

Strike a Pose (dir. Ester Gould, Reijer Zwaag, doc, 83’, Holanda/Bélgica, CLASSIF: 12 anos)/ 2016 - Em 1990, sete jovens dançarinos – seis gays e um hétero – juntaram-se à estrela do pop Madonna em sua turnê Blond Ambition, a mais ousada e controversa até então e que deu origem ao filme Na cama com Madonna. Autoproclamada mãe de seus dançarinos, a cantora aproveitou as filmagens para marcar posição em questões ligadas aos direitos dos homossexuais, liberdade de expressão e desmistificação da AIDS. Este documentário revela a surpreendente e emocionante história desses extravagantes dançarinos, que logo se tornaram ícones da liberdade sexual, inspirando jovens do mundo todo.

Taekwondo (dir. Marco Berger, Martín Farina , fic, 105’, Argentina, CLASSIF: 16 anos)/ 2016- Fernando está de férias com seus amigos mais próximos em uma bela casa de campo em um bairro chique de Buenos Aires. Sem a presença das namoradas, os rapazes estão ansiosos para falar de seus sentimentos mais profundos, seu desejo sexual pelas garotas, o medo do futuro e seus conflitos. Desconectados do mundo exterior, não fazem muito mais que relaxar ao sol, brincar na piscina, fumar maconha e beber. Como em todas as situações em que haja homens apenas, sentem-se livres para andar nu ou semi-nu, estar em tal proximidade íntima um com o outro. Nesse contexto, Fernando decide convidar um recém-chegado, Germán, um amigo próximo de suas aulas de Taekwondo. Germán é facilmente aceito pelo grupo já que Fernando é muito considerado por este "clan". Mas Germán tem uma preferência que Fernando ignora, ele é atraído por homens. Pouco a pouco, os dois amigos se aproximam e ficam mais íntimos um do outro, quase ao ponto de um romance. É óbvio que neste ambiente totalmente heterossexual, esta relação se torna um segredo a esconder dos outros, ou não...

Terceira Pessoa (Third Person, dir. Sharon Luzon, doc, 57’, Israel, CLASSIF: 12 anos)/ 2015 - Suzan nasceu com ambos os órgãos genitais, masculino e feminino. Quando tinha cinco meses de idade, seus pais decidiram que ela seria mulher, mas Suzan só soube desses fatos ao completar 35 anos. Ofer também nasceu intersexual, mas seus pais foram contra a cirurgia e o aceitaram da forma como ele nascera. No entanto, a maioria das pessoas não é tolerante e compreensiva com aqueles que não obedecem às normas sociais e padrões de definição. Suzan and Ofer estão numa missão para mudar isso.

Theo & Hugo (Théo & Hugo Dans le Même Bateau, dir. Olivier Ducastel, Jacques Martineau, fic, 97’, França, CLASSIF: 18 anos)/ 2016 - Em um clube de sexo, os corpos de Théo e Hugo se encontram, se conectam e se fundem num abraço apaixonado. Após o arrebatamento do desejo e o êxtase de seu primeiro encontro, os dois jovens, nas ruas vazias da noite de Paris, são confrontados com o seu amor florescente.

Tomcat (Kater, dir. Händl Klaus, fic, 114’, Áustria, CLASSIF: 18 anos)/ 2016 - Andreas e Stefan levam uma vida feliz e apaixonada: juntamente com seu amado gato Moses, eles vivem numa bela casa antiga, nos vinhedos de Viena. Trabalham como músico e programador na mesma orquestra e adoram seu vasto círculo de amigos. De repente, uma inesperada e inexplicável explosão de violência abala o relacionamento e põe tudo em xeque – o ponto cego que mora em todos nós.

Viva (dir. Paddy Breathnach, fic, 100’, Irlanda/Cuba, CLASSIF: 14 anos)/ 2015 - Quando tudo está à venda, qual o valor do amor? Jesus faz maquiagem para um grupo de dançarinos travestis, mas sonha em ser um dançarino. Quando ele finalmente tem a oportunidade de estar no palco, um estranho sai da plateia e dá um soco na cara dele. O estranho é o seu pai Angel, um ex-boxeador, que está ausente de sua vida por 15 anos. Enquanto pai e filho brigam sobre as suas expectativas de um ao outro, Viva se torna uma história de amor quando os dois lutam para se entenderem e se tornarem uma família, novamente.

Yes, We Fuck! (dir. Antonio Centeno, Raúl de la Morena, doc, 60’, Espanha, CLASSIF: 18 anos)/ 2015 - Este documentário perspicaz traz seis histórias sobre tesão, desejo e o direito das pessoas com diversidade funcional de desenvolverem sua sexualidade. Uma história variada e sem preconceitos sobre profissionais do sexo, relacionamentos e práticas sexuais como uma arma de ativismo. Em vez de abordar este tema unicamente pela perspectiva da atração, o documentário é um retrato honesto e sem censura – e uma voz forte – de como a sexualidade pode ser um ato político.




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