Edgar Franco: Alquímica Pajelança De Uma Sensorial Arte


Edgar Franco



Biografia enviada pelo artista

Edgar Franco é o Ciberpajé, artista transmídia, pesquisador e professor da UFG, em Goiânia, onde orienta mestrados e doutorados no Programa de Pós-graduação em Arte e Cultura Visual. Tem pós-doutorado em arte e tecnociência pela Universidade de Brasília (UnB), é doutor em artes pela USP, mestre em multimeios pela Unicamp e arquiteto pela UnB. Franco se declarou Ciberpajé em seu aniversário de 40 anos, através de um método ritualístico de transmutação e renascimento inventado por ele tendo como base seu universo ficcional da “Aurora Pós-humana”. Esse universo lhe permite criar em múltiplos suportes como: games, quadrinhos, aforismos, ilustrações, instalações interativas, web arte, HQtrônicas, performances artísticas e músicas. Franco é mais conhecido por seus quadrinhos e por sua banda performática, o Posthuman Tantra, mas já recebeu premiações nacionais na área de arte e tecnologia, como artista multimídia e quadrinhista. Além de artista é pesquisador das áreas de transmídia, narrativas híbridas e arte e tecnologia com dezenas de artigos publicados e três livros, sendo citado em centenas de artigos, dissertações e teses como referência.


Inomináveis Saudações a todos vós, leitores virtuais!

Tive o prazer, junto com a minha irmã em poesia Joanna Franko, de ter uma obra de Edgar Franco como a capa do livro A Pantera E O Inominável, que foi lançado pela Editor’A Barata Artesanal em fevereiro deste ano. A ideia magna da capa é genuinamente a ponte mestra que catalisa todo o trabalho alquímico de Franco na elaboração de sua Arte Ilustrativa, que será neste post apreciada.

Em si mesma, é Alquimia Pura o que se encontra a cada ilustração e desenho, sempre cativante por seus simbolismos herméticos. A Alquimia não é a lendária transformação de chumbo em ouro ou a obtenção do elixir da juventude e vida eternas; a Verdadeira Alquimia é um Processo Espiritual, uma Transmissão para o mundo objetivo das Transmutações que ocorrem no mundo subjetivo. Na arte de Franco, o que vemos é o resultado do que se opera na subjetividade dele, uma Pajelança que transita entre o Ocultismo, o Misticismo e a libertação mesma desses ismos em direção ao Todo Cósmico. Xamanismo seria mais apropriado para elaborarmos uma concepção mais genuína que vise a interpretar os sentidos que apresentam em cada obra, uma força xamânica invocadora e evocadora do Primordial. Este, que reside em todo ser humano, pode ser facilmente percebido pelos que se conectam ao xamânico transe ciberartistico a configurar a essência única deste trabalho genuinamente autêntico e inimitável.

Muito já escrevi até aqui, deixem-se agora transportar para o artístico mundo cujos tambores tocam a favor da Cósmica Marcha Evolutiva...





















































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Saudações Inomináveis a todos vós, leitores virtuais!





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