Estudo Sobre O Nu Artístico Feminino - Introdução


A pergunta mais cabível agora, após a apresentação dos dois tipos de estetas que versam pelos caminhos dos estudos estéticos, é a que segue altamente abaixo:


ESTARIAM O ESTETA AVANÇADO ATRAVÉS DE PADRÕES E O ESTETA LIVRE DOS PADRÕES CORRETOS, CADA UM EM SEU MODO ESTÉTICO DE ELABORAR O ESTUDO DE UMA OBRA DE ARTE?


Simples pergunta? Aos olhos pouco acostumados com a verticalidade do assunto, sim. Complexa pergunta? Aos olhos que por anos e anos se esforçam brilhantemente no inteirar-se da estética forma de seguir-se os movimentos estéticos mundiais, sim. Há como reunir a resposta da pergunta em uma única forma livre do dogmatismo da contestação ou do quase sofisma de um novo possível olhar interpretativo proporcionado pela resposta? Este filósofo, leitores de todos os sexos, poderia incorrer no dogmatismo que quase chega a abraçar algumas contestações, já que muitas destas seguem sempre o caminho das mais exaltadas demonstrações de provas intelectivas a fim de que as suas considerações sejam vistas como corretas. Este filósofo, leitores de todos os sexos, poderia abismar-se no sofisma que adormece junto a determinadas novas idéias que ao mundo intelectivo surgem e que são rapidamente destroçadas por um pensamento muito logicamente coerente com o seu dever de afirmar-lhe a impropriedade de querer dizer-se correta. No prefácio, este filósofo abordou um caminho que nem sempre é considerado, o de elevar a mais altas esferas o conhecimento no mundo da Arte. Ao esteta avançado através de padrões e ao esteta livre dos padrões falta a Ciência Metafísica Da Percepção Estética, uma Ciência Interior que apenas os que se incondicionam de serem classificados nos dois tipos de esteta conseguem manifestar. No caminhar de seus padrões, o esteta avançado através de padrões sempre alcançará o limitado orientador horizonte dogmatizado de seus resultados de estudos estéticos. No caminhar de sua liberdade estética, o esteta livre dos padrões sempre alcançará uma possibilitação de outras liberdades estéticas que, no essencial de suas manipulações por parte do Outro a receber as "dicas" daquele no modo de estudar a IMAGEM, será limitado igualmente.

Precisa-se ir além dos padrões. Precisa-se ir além da liberdade. Precisa-se ir além de todas as limitações. Afinal, A Arte não disponibiliza as nossas intelectivas visões estéticas a percorrerem caminhos que nada tendem a possuir de simplório limitado estagnar em pontos limitativos do Pensamento Humano?

A garantia da interpretação que foge aos ideais estéticos já arcaicos está no ponto expansivo do pensamento estético analista da espacialidade da obra de arte em um conjunto que não pertença exclusivamente ao esquema do simplório espaço escolástico ou não-escolástico. Leitores de todos os sexos, falamos aqui de incondicionamento do olhar estético nas bases de uma Metafísica Elementar De Análise Estética, uma plenitude interpretativa dos significados na significação dos significados da IMAGEM e da significação dos significados da significação da IMAGEM, atuante sempre na base desvencilhante dos simplórios alcances intelectivos. Assim, nesta base, poderemos juntos verificar que o nu artístico feminino, lamentavelmente tão confundido com as poses abaixo do vulgar das imagens de alguns ensaios de "nu artístico" contemporâneos dispersos nas revistas masculinas, diz mais do que aparentemente uma mulher ou várias mulheres em um quadro ou ilustração com as partes íntimas expostas. Está na hora mais alta de uma consideração mais séria e verdadeiramente analítica das verdades metafísicas que estão contidas nas obras de nu artístico feminino, do verdadeiro nu artístico feminino. Na mentalidade de metade ou da maioria do mundo contemporâneo, a nudez sempre será um tabu e quando associada à pura pornografia disponível em filmes, na Internet ou nas bancas de jornais, é tratada como mais um lixo comerciálizel e digerível durante certo tempo por aqueles que amam a prática masturbatória ou vivem a fantasiarem com mulheres (ou homens) contidos em uma folha de papel.

Este filósofo lhes diz, leitores de todos os sexos, que as imagens aqui dispostas, da capa à última página, não são motivos para que esta obra seja apreciada pelos masturbadores inveterados ou os fantasistas eternos das revistas masculinas (ou femininas). E nem está na mente deste filósofo algum tipo de "exaltação do sexo feminino", pois esta obra não é uma obra feminista e nem descamba para a outra inutilidade fútil demasiadamente que se denomina machismo. Aqui, leitores de todos os sexos, se exporá, de acordo com uma Filosofia Inominável, observações além das simplicidades humanas observantes do nu artístico feminino, análises intuitivas dos metafísicos elementos metafísicos contidos na IMAGEM, abordagens que a muitos irão parecer fantasias e sonhos de um pseudofilósofo metido a ser um grande sabedor de todas as coisas. Nós todos, humanos limitados, não podemos ser grandes sabedores de todas as coisas jamais; mas pelo incondicionamento de nossas Realidades Internas, do nosso Eu, da nossa consciência, do nosso Mundo Interior, do que a Realidade Externa, O Outro Mundo, A Consciência Do Outro Mundo, O Mundo Exterior no qual transitamos de horizonte a horizonte podemos nos aproximar do Grande Saber Mais ou fincarmos nossas bandeiras mais ocultas e preciosas no Grande Saber Mais. A Intuição Transcendental Pura é uma chave, chave que aqui não é como a da visão exposta em O Misticismo Racional De Uma Filosofia Inominável. Trata-se aqui da mesma Intuição, mas descendo das Altas Esferas às quais pertences para as Baixas Esferas, da Imaterialidade Real De Todas As Coisas à Materialidade Temporária De Todas As Coisas. Seria mística esta obra sobre As Representações Do Nu Artístico Na Visão Do Belo E Do Sublime? Assumidamente, leitores de todos os sexos, fechem aqui este livro aqueles que apenas se interessam pelo toque dos véus materiais em seus olhos, pele, mente, espíritos e almas. Este filósofo não pareceu claro no prefácio, mas para falar incondicionadamente do nu artístico feminino elevado a esferas além das esferas simplórias das sinplórias interpretações humanas, uma raiz mística racional deve amparar o desenvolvimento dos assuntos. O Belo aqui não é o Belo de todas as filosofias que dele trataram. O Sublime aqui não é o Sublime de todas as filosofias que dele trataram. Nesta obra, leitores de todos os sexos, este filósofo assumirá a responsabilidade de elaborar O Belo Inominável e O Sublime Inominável.




0 Loucas Pedras Lançadas: