Estudo Sobre O Nu Artístico Feminino - Introdução - Apreensão Da Imagem Como Nada No Primeiro Olhar


O esteta avançado através de padrões


Ele terá primeiramente ao olhar estético que durante anos apurou uma imagem sem nenhuma expressiividade que ao seu olhar comum possa algo dizer. A imagem germina em seu observar, está ainda sem as montanhas de significações que seu ato de significar pode lhe dar e padece de muitas faltas de ambientação ao seu quadro interno inteiramente crítico. A obra ao seu olhar é vazia, nela se tem O Vazio Formal Estético, estado que é preenchido de potências que podem ser despertadas quando se potencializa a não-potência conhecida como ato de algo conhecer sem antes ser este algo estudado à maneira de um construtor que deve meditar cada milímetro básico da morada que se propõe a erguer em um terreno fértil que inicialmente deve tornar em si infértil. Para o esteta avançado, poder reconhecer que nada há em uma obra pela primeira vez observada identifica uma infertilidade cognitiva que deve ser apurada com uma maior inventividade no ato de observá-la.

O esteta livre dos padrões


Ele terá primeiramente uma imagem que lhe dirá sempre algo, algo que não pode expressar ainda como viável de ser precisamente um algo definidor de alguma visão dos fatores nela observados e viáveis a uma interpretação. A emotividade toma-lhe a consciência e a viagem de sua mente elabora mensagens para si mesmo do que a imagem diz-lhe ao olhar observador. Porém, tal olhar não indica-lhe o poder de definir-se sobre a via mais correta a ser seguida para a definição do seu ato de significar a imagem ao seu olhar dispersa. A emotividade dispensa, no entanto, um melhor amparo na capacidade maximizante de uma crítica do que se observa, no entanto, é compensada pela falta ainda de uma plenitude de observação menos inserida em motivos da afetividade.





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