Racionais Reflexões Sobre O Presidente Barack Hussein Obama










Inomináveis Saudações a todos vós, leitores virtuais.


Muito já se escreveu sobre Barack Hussein Obama. Muito já se falou acerca do processo de substituição de uma antiga forma de governar por uma nova forma de governar representada pela oposição ideológica Republicanos X Democratas no Estado Americano. Muito já se falou do que o Presidente Barack Hussein Obama representa não apenas para a comunidade negra americana, mas, também, a mundial, um ícone de alguém que pelos seus próprios esforços e talentos individuais conseguiu alcançar um alto patamar no status quo do humano viver. Muito já se reduziu o Presidente Barack Hussein Obama como apenas um negro que conseguiu se tornar Presidente Da República Dos Estados Unidos Da América apenas porque as condições do poder governamental daquele país levaram o mundo ao atual estado crítico econômico. Muito já se alçou o Presidente Barack Hussein Obama à condição de super-herói, uma mistura do Superman da DC Comics com o Além-Do-Homem de Friedrich Wilhelm Nietzsche, capaz de resolver a todos os problemas de seu país e do mundo com uma disposição super-humana e Além-Da-Humana. Teóricos políticos, acadêmicos muitíssimo respeitados, filósofos, sociólogos, economistas, racistas, ateus, religiosos, fundamentalistas de todos os tipos, alienados, ideólogos, anarquistas, marginais, policiais... Toda a trupe humana de entendidos acerca do humano ser, da mente mais elevada à mente mais medíocre, se dignou a tecer seus sábios comentários acerca do Presidente Barack Hussein Obama. Sem sombra de dúvida, tudo o que se disse sobre o Presidente Barack Hussein Obama, tudo o que se escreveu sobre o Presidente Barack Hussein Obama, foi fruto da calorosa ação do momento pela novidade, pela inovação, sendo toda palavra dita acerca dele apenas névoa que o tempo vai apagar com toda razão.


O Presidente Barack Hussein Obama é apenas um homem no cargo político mais importante do Planeta Terra, um democrata em sua ideológica estampa política.


O Presidente Barack Hussein Obama não pode ser incluído apenas como parte de sonhos realizados de uma etnia, é um ser humano que faz parte do todo humano como qualquer um de nós, não é um Messias.


O Presidente Barack Hussein Obama não pode ser visto apenas como mais um negro (de uma maneira toda preconceituosa, a afirmar que os negros são incpazes de chegar ao patamar que ele chegou por esforço próprio e inteligência rara e altíssima) ou mais um da sociedade (um zé mané qualquer, como dizemos aqui no Brasil, que contou apenas com a "sorte" para se tornar presidente de seu país), pois classificar as pessoas apenas pela quantidade de melanina na epiderme é uma eterna imbecilidade de mentes arcaicas e deficientes intelectivamente.


O Presidente Barack Hussein Obama não é o Superman da DC Comics, não é o Além-Do-Homem de Friedrich Wilhelm Nietzsche, é apenas um como nós da grande sociedade humana disposto a fazer algo para modificar um crítico panorama que assola nosso planeta neste atual momento contemporâneo.


Sejamos racionais e não irracionais como os da linguagem acadêmica.


Sejamos racionais e não irracionais como os da linguagem racista.


Sejamos racionais e não irracionais como os da linguagem, enfim, do senso comum.


Sejamos racionais e não irracionais como os que vêem o Presidente Barack Hussein Obama como um !Novo Salvador Do Mundo Que Se Sacrificará Por Todos Nós Em Nome Da Paz E Da Prosperidade De Todas As Nações".


Sejamos racionais e não irracionais venerando-o como a um Deus, um Santo, um Anjo, pondo-o em um pedestal, pois, concordemos, ele é apenas tão humano, tão complexa e demasiada e profundamente humano quanto este Inominável Ser que vos escreve ou cada um de vós que me lês.


Sejamos racionais e não irracionais, examinemos o quão humano é o Presidente Barack Hussein Obama.


Sejamos racionais e não irracionais, pensemos, reflitamos, acerca dos imensos problemas diante do Presidente Barack Hussein Obama.


Sejamos racionais e não irracionais, submetamos nossas mentes, submetamos nossas linguagens, submetamos nossas respectivas inteligências ao exame do que significa, verdadeiramente, a esperança representada pela posse do Presidente Barack Hussein Obama nas almas e espíritos de cada ser humano na face da Terra.


Não estou sendo dramático e nem entusiasticamente melancólico, já que o momento trágico atual da conjuntura econômica é vibrante no sentido de ser um terrível tsunami de acontecimentos desagradáveis que estão por vir. Milhões pelo mundo podem ficar desempregados e os mais pobres dos atualmente empregados podem se tornar miseráveis. Não sejamos irracionais, portanto, crendo que o Presidente Barack Hussein Obama seja um tipo de "grande senhor das artes político-econômicas que com apenas um leve passo de mágica vá solucionar todos os problemas econômicos levando a crise atual para o limbo". Não, leitores virtuais, a magia do Presidente Barack Hussein Obama está em sua oratória, em sua genialidade, em seu caráter, em sua sinceridade, sinceridade esta visível em seu olhar, em sua face, que transbordou no discurso de posse, um discurso feito com os dois pés no chão e não em um elevado altar de uma elevada "Igreja De Obama", como grande parte da população americana construiu. O legado dos oito anos da Era Bush ainda vai ressoar nos anos que se seguirão, será uma doença que, quase crônica, pode atrapalhar qualquer tipo de medida no âmbito econômico de soluções para a crise. O legado bate na porta do quarto do Presidente Barack Hussein Obama, ele sente a responsabilidade e, até, como o humano que é, e não o Superman da DC Comics, não o Além-Do-Homem de Friedrich Wilhelm Nietzsche, sente medo, se desespera, mas não desiste, pois Sabe que milhões no mundo crêem nele e no que ele representa de esperança. Esta esperança, humilde esperança, reside na qualidade dos atos que ele tomará e não na quantidade dos mesmos, já que o corpus politicus, para o seu mais fundamental processamento, deve ser regido com a calmaria das melhores e mais perfeccionistas ações e não as tresloucadas reações do Governo Bush qual um lutador de vale-tudo a massacrar seu adversário sem parar em cima de um ringue, sem pensar, sem refletir, sem planejar as conseqüências para o outro de seu incessante ataque. E o Outro foi mantido em último plano pelo Governo Bush, as guerras no Afeganistão, no Iraque e a própria Crise Econômica Mundial comprovam isso; e, quanto o Outro, o cidadão de um país ou um cidadão do mundo, é desconsiderado apenas em nome de uma determinada "ordem", de um determinado "progresso", de uma determinada "paz", de uma busca por qualquer tipo de "domínio", por uma busca de qualquer tipo de "poder", a conseqüência mais direta e incisiva é a catástrofe elementar de divisões várias de uma natureza social. No Brasil, este desrespeito ao Outro ocorre pelos séculos e os resultados na natureza social de nosso país são os Fernandinhos Beira-Mares de cada dia e de cada noite aterrorizando os que apenas querem a paz em suas existências. Não só no Brasil, mas a História comprova casos e mais casos de desconsideração do Outro por Estados que, hegemônicos, impuseram a sua bandeira sobre as bandeiras das nações mais fracas e manipularam a Economia a bel-prazer, detendo as maiores riquezas que poderiam ter sido utilizadas em prol de nações miseráveis que até hoje ainda subsistem na África em proporções alarmantes e possantes.


Ao Presidente Barack Hussein Obama cabe iniciar uma conjuntura de medidas que possam restabelecer a verdadeira ordem mundial econômica-social com os dois pés no chão, repito novamente este termo acima dito. Seus sucessores ainda terão o legado da Era Bush nas mãos, pois os oito anos de devastação de quase toda a confiança na legalidade do Governo Dos Estados Unidos Da América está destruída aos olhos da população mundial. E esta mesma população sabe, igualmente, que a atual Crise Econômica Mundial iniciou-se no subprime da especulação imobiliária vigente nos Estados Unidos Da América nos anos anteriores a tal crise. O Presidente Barack Hussein Obama traça os seus propósitos sobre uma mesa de madeira bem trabalhada e firme, não sendo um atabalhoado construtor de muros e palácios frágeis, nem atendendo ao chamado de seus conterrâneos para que vista uma capa e um uniforme e saia pelo mundo voando a resolver todo e qualquer tipo de problema na esfera econômica-social. Economia e Sociedade se encaixam dentro da própria Crise Econômica Mundial, não podemos pensar que subsistam por si mesmos, já que fazem parte da coluna moldadora de definidas afirmações de sendas governamentais das nações em nossa civilização contemporânea tão desgraçadamente à beira de um colapso maior do que o da Quebra Da Bolsa De Valores De New York em 1929. O propósito da esperança erguido pelo Presidente Barack Hussein Obama passa por tudo isso, elege tudo isso como importante e vota nas melhores medidas, plausíveis, para que os aprofundamentos dos atos que subjuguem o crescer da Crise sejam efetivamente conclusivos do que é estabelecido para os mesmos. É um propósito no âmbito da humildade, amparada nas visões erguidas pelo Presidente Barack Hussein Obama em seus discursos de campanha, discursos estes dentro da realidade econômica-social e da realidade humana, e, não, apenas promessas vazias de campanha. Aos olhos deste Inominável Ser aqui não houveram promessas vazias, mas simples diálogos de um verdadeiro honesto político para com o seu povo e com o mundo, olho no olho, face a face, sem as máscaras que alguns políticos utilizam, sem as malandragens retóricas que outros políticos apreciam, sem as megalomanias idealísticas-populistas que a maioria dos políticos defendem em suas campanhas. Os próximos anos serão de dificuldades, leitores virtuais, muitas dificuldades; do lado econômico e do lado social; assim como do lado das relações entre as nações, vide o conflito Israel X Palestina; vide a guerra civil no Iraque; vide a turbulência que grassa eventualmente no Afeganistão; vide a guerra fria entre a Índia e o Paquistão; e o que mais, em um mundo contemporâneo desgraçadamente caótico como o nosso, pode o futuro e o agora nos reservar?


Não preciso desejar boa sorte ao Presidente Barack Hussein Obama, pois a sorte é inexistente, a meu ver, em todos os casos. O trabalho incessante e não a sorte, algo arcaicamente crido atualmente como o "segredo do sucesso", é o mote de todo resultado felicitante de toda ação feita com a felicidade da Vontade em ser uma criadora e recriadora de uma realidade. Através da própria Vontade dele, o Presidente Barack Hussein Obama pode criar e recriar não apenas uma realidade, mas várias outras realidades, trabalhando com a honestidade, a sinceridade e o amor que emana de todo seu Ser ao direcionar-se ao seu país e ao mundo. Criar e recriar amparado, claro, na humildade que também lhe é latente, sem sonhos de grandeza, sem atos de Césares, sem a Síndrome De Napoleão Bonaparte.


Saudações Inomináveis a todos vós, leitores virtuais.


Links:

Welcome To The White House

Barack Obama Featured Biography

The Inauguration Of President Barack Obama - The Big Picture - Boston.com








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