A Missão Dos Destrutivos Neste Mundo Gerador De Ilusões


Mórbidas Saudações a todos vós, leitores virtuais.


Todos devem saber, a esta altura, de quem se trata na foto acima. Pensa este Inominável Ser que, nestes tempos de uma velocidade interminável de informações proporcionadas pela Internet, o homem acima já seja, realmente, conhecido de todos vós. Aos que não conhecem, devo dizer-lhes que se trata de Matti Saari, o homem de 22 anos que aos 23 de setembro deste ano de 2008 a já estar findando-se, matou dez pessoas em uma instituição de ensino da cidade finlandesa de Kauhajoki. Antes de se suicidar covardemente com um tiro na cabeça, o homem acima incendiou os corpos de algumas vítimas, causando, também, o incêndio de parte da escola. Todos dizem, agora, que Matti Saari, que um dia antes publicara vídeos no Youtube demonstrando que praticaria um ato criminoso, foi denunciado por um finlandês, interrogado e SOLTO horas depois, era um "rapaz bom, pacato e que falava com todos". Mas, se todos pudessem ver o íntimo de um Ser como ele, um Ser que odeia a Humanidade, um Ser que quer destruir tudo o que de humano há em redor de si, talvez descobrissem que não estão, assim, tão longe dele.


Este Inominável Ser se identifica com Matti Saari e com todos os que, como ele, odeiam a Humanidade. No entanto, a diferença está na forma como este Inominável Ser aqui transforma tal sentimento misógino em Arte, através do estudo, através da poesia, através da literatura e através das reflexões presentes neste blog. Matar pessoas não é uma opção deste Inominável Ser, pois de nada valeria ser apenas mais um louco a sair armado ceifando existências que, no íntimo, também talvez não pudessem estar satisfeitas em viverem neste mundo. Matar pessoas, odiando a Humanidade como um todo, é um ato tolo, é um ato vazio, é um ato de monstros, apenas de monstros psicóticos que deliberadamente cometem um grande acesso de loucura como o cometido por Matti Saari. Ele não foi o único, lembremos de Columbine; ele não foi o último, lembremos que sempre haverá um louco disposto a insanamente descarregar o seu ódio pela Humanidade de modo ultraviolento. Prefiro, como muitos que também detestam o Humano Ser, voltar toda a rebeldia e toda a revolta estabelecidas em meu interior para a criação de minha própria obra literária, poética e de pensamentos; agir assim é tornar a inteligência e o intelecto uma fonte de mais e mais reflexões que levem-me a melhor compreender o ódio pela Humanidade e os fatores de possíveis futuras compreensões da Humanidade de minha parte.


Mas, Matti Saari e homens e mulheres como ele teriam essa capacidade de exploração de seu ódio de um modo produtivo?


Matti Saari e homens e mulheres como ele teriam o poder de se desfazer, por alguns instantes, de suas terríveis e temíveis intenções?


Matti Saari e homens e mulheres como ele teriam o poder de se transformar em denunciadores da Desgraça Contemporânea na qual estamos, jogando no lixo as mais destrutivas invasões de seus respectivos instintos assassinos em suas respectivas consciências?


Matti Saari e homens e mulheres como ele poderiam ser possíveis ocupantes dos cargos de possíveis salvadores do mundo, verdadeiros salvadores do mundo, denunciando a Desgraça Contemporânea que cada vez mais cresce?


Tu, aí, odeias a Humanidade?


Tu, aí, aí mesmo em frente ao vosso computador, odeia a Humanidade?


Tu, aí, quer fazer como Matti Saari?


Tu, aí, quer matar centenas e milhares para satisfazer a vossa crueldade?


Tu, aí, após fazer isso, se suicidaria?


Se suicidaria, seu covarde?


Se suicidaria, seu fraco?


Se suicidaria, seu estúpido?


Se suicidaria, seu demente?


Se suicidaria, seu doente?


Se suicidaria, seu verme?


Se suicidaria, seu monstro?


Tu, que valoriza as ações de homens como Matti Saari, Charles Manson e tantos outros vermes e monstros, integrantes do Verme Homem, integrantes do Monstro Homem, não passa da merda escrota de um escroto covarde. Quer matar? Mate escrevendo algo que faça com que os demais reflitam, utilizes a Internet, este mundo virtual é a maior arma dos revoltados e rebeldes deste desgraçado mundo. Quer matar? Mate escrevendo, escrevendo sobre os vossos pesadelos na forma de literatura, escrevendo sobre os vossos pesadelos na forma de poesia, levante o rabo aí dessa cadeira, sejas útil e pares de pensar no sangue a escorrer pelo chão e visualizes o teu sangue escorrendo pelas linhas de vossos escritos. Quer matar? Mate sendo um produtor de uma cultura própria, de um pensamento próprio, pois eternizar-se como um atirador é um destino medíocre demais para todo ser humano, o qual nasce para ser mais e não para ser menos do que já é. Quer matar? Mate queimando todas as improduções de vosso Ser, vomites para fora de ti toda a corrupção, toda a vanguarda de direcionamentos para baixo, para o alto voltes toda a tua capacidade de criação, recepção, recriação, doação. Quer matar? Mate a si mesmo sendo um ser verdadeiramente vivo, que jamais tiraria outra existência deste mundo, que jamais se suicidaria por temor de viver o futuro, de encarar as coisas futuras que advirão. Quer matar? Mate toda a vossa dor, todo o vosso ódio, aceitando-os e recriando-os da maneira mais positiva possível, mesmo que não dê em nada, mesmo que tu sejas negado, mesmo que tu sejas renegado, mesmo que tu sejas ignorado.


Quer ser assim, um misógino construtivo como este Inominável Ser aqui?


Ou quer ser como um misógino destrutivo como Matti Saari, um pobre iludido, um pobre fodido, um pobre covarde ridículo?


O único legado que pode fazer com que possamos ver o assassino Matti Saari como um possível Construtor, se não cometesse o crime, se não se suicidasse, está nesta frase deixada por ele:



A vida toda é guerra, a vida toda é dor e você vai lutar sozinho na sua luta pessoal



No entanto, ele deflagrou uma guerra inútil contra tudo e todos e, agora, sofre todas as conseqüências de seus atos aqui praticados nas Profundas Trevas. Enaltecer homens e mulheres como ele é uma imbecilidade; odiar homens e mulheres como ele é uma imbecilidade; ignorar homens e mulheres como ele é uma imbecilidade; esquecer homens e mulheres como ele é uma imbecilidade. O que devemos fazer é compreendê-los e aceitá-los, pois somos controladores de nossos instintos e de nossos impulsos, nós, nós que aqui formamos a massa pensante e equilibrada da parcela pensadora e construtiva da Humanidade. Não me vejo como um salvador do mundo, apenas como um agitador de consciências mornas, fracas e amorfas. Com humildade, com apenas uma conversa, aprendi com uma sábia senhora, um Grande Espírito Antigo, que a mente é a inventora de nossa ordem e de nosso caos, de nosso começo e de nosso fim, de nosso elevar e de nosso cair. A Arte, assim como a Literatura e a Poesia são os caminhos que escolhi para construir algo e estou construindo, já que destruir, apenas destruir, é um tolo caminho; não fosse o desenvolvimento dessa verdadeira terapia para mim, eu estaria neste momento com uma pistola nas mãos matando executivos que estivessem saindo de seus trabalhos no centro da cidade do Rio de Janeiro...


Saudações Mórbidas a todos vós, leitores virtuais.


Links:

Promotoria Finlandesa Investiga Policial Que Interrogou Assassino

Examiner.com

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Matti Juhani Saari (and assorted idiots)





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